VÁRZEA ALEGRE TERRA DOS CONTRASTES - Mundim do Vale
Localizada no centro sul do estado do Ceará ficou conhecida no Brasil inteiro depois do musical Contrastes de Várzea Alegre, interpretado por Luiz Gonzaga e composto por Zé Clementino. Cidade que foi tema de um documentário da Rede Globo de Televisão, por ser uma cidade alegre, fazendo assim jus ao seu nome. Cidade que por brincadeira de um grupo de agricultores do sítio Roçado de Dentro, deu partida no samba, para ser hoje, com duas escolas, MIS e ESURD, detentora do melhor carnaval do interior cearense, atraindo turista do estado e do país. Cidade de um povo que transformas as adversidades em causos humorísticos. Cidade que Jesus foi intimado, que o padre era casado, que o sobrado é no oitão, que Telha Quebrada é filho de Zé Goteira e um cego da Boa Vista morreu afogado na Lagoa Seca. Cidade que aparece nos sonhos dos seus filhos que estão ausentes, mas não esquecem jamais. Várzea Alegre dos grandes adjuntos da colheita do arroz, animados pelo grupo de Maneiro Pau e a Banda Cabaçal. Várzea Alegre que quando os filhos que estão distantes se encontram dizem:
- Ou Várzea Alegre boa só é longe! Várzea Alegre que Manoel Cachacinha criou o slogan “Várzea Alegre é natureza! E para finalizar, Várzea alegre é a cidade que só nos deixa tristes quando estamos distantes.

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Domingo, 19 de Fevereiro de 20017

Mote do poeta Paulo Viana 
Glosa de Munhdim do Vale 

JARDINEIRO

Eu sou a pessoa indicada pra falar
Em jardim, em adubo e regador,
Só faltou ter nascido um beija-flor
Para as essências das rosas eu carregar.
Transformei minha vida em um pomar
Onde os frutos se confundem com as flores,
As borboletas e os pássaros são atores
De um teatro por mim improvisado.
O CORAÇÃO É UM VASO ARRANJADO
MAS QUEM CUIDA DE TUDO SÃO OS AMORES.


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Sábado, 18 de Outubro de 2014

Quando duas pessoas realmente se gostam, elas sempre darão um jeito de dar certo. Não importa o quão difícil seja.


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11 de Maio de 2014 - Planos Impossíveis



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Abril de 2014 - Jane Duboc - Chama da Paixão




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Saudade de você - Luiza Possi



Saudade De Você - Luiza Possi

Você viajou pra longe
Mas eu sei que vai voltar
Fala o tempo inteiro no seu nome
Não paro de pensar
Espero que não demore
Pois, não sei se vou aguentar
Ah! Meu bem, você é a minha metade
Não dá pra separar
Eu mato o tempo desenhando o seu rosto
Num pedaço de papel
A te esperar
Estou morrendo
De saudades de você
Estou morrendo
De vontade de te ver
Eu sinto tanta a sua falta
Só você me faz sorrir
Quero logo o seu abraço forte
E o mais belo beijo bem aqui
Você nem pode imaginar
Que surpresa eu preparei
Um prêmio se você adivinhar
Uma dica, eu nunca te dei
Eu mato o tempo desenhando o seu rosto
Num pedaço de papel
A te esperar
Estou morrendo
De saudades de você
Estou morrendo
De vontade de te ver
A gente tem tanta coragem
Pra acabar com toda essa crueldade
Por que que todos são tão diferentes
Não vivem a vida simples como a gente
Estou morrendo
De saudades de você
Estou morrendo
De vontade de te ver

Perambulando pelas ruas da cidade
Pobre menino andava vendendo flores
Quando encontrava um casal de namorados
Oferecia com carinho e muito amor:
Rosa vermelha, rosa amarela,
Compra seu moço e dá de presente a ela!



Quinta - feira, 16 de Agosto de 2012
Quadro 08 (em construção)

Quadro 07
Quadro 06
Quadro 05
Quadro 04
Quadro 03
Quadro 02
Quadro 01


Mensagem para o dia 28 de Novembro de 2013




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Mensagem de Amar é para o dia 25 de Novembro de 2013


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Mensagem para o dia 24 de Novembro de 2013


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Mensagem para o dia 23 de Novembro de 2013



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Música para o dia 04 de Novembro de 2013




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28 de Agosto de 2013

Apresentação no Barracão Cultural


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30 de Julho de 2013

ESSA  TAMBÉM  NÃO  É  DE  TRANCOSO - Mundim do vale




Era uma vez, um menino, que estudava em Várzea Alegre-Ceará e com todas as dificuldades da época, conseguiu elevar seus estudos até concluir o curso de medicina.



Era uma vez um médico que aplicava a medicina com dificuldades em virtude da falta de exames técnicos de laboratórios que não exestiam na época.



Era uma vez um médico que curava os seus pacientes, somente com os dados dos sintomas e a sua boa vontade.



Era uma vez um médico que resolveu explorar a sua veia poética, quando editou vários cordéis, sendo alguns deles com temas específicos da medicina.



Era uma vez um médico/poeta que teve o seu trabalho reconhecido pela A.C.B.L. Academia Brasileira de Literatura de Cordel, onde ocupa uma cadeira.



Assim sendo o Dr. Sávio pode ser comparado ao Dr. Osvaldo Cruz e ao poeta patativa do Assaré.



Mundim do Vale



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29 de Julho de 2013

HISTÓRIAS DE TRANCOSO - Sávio Pinheiro


Era uma vez... Uma cidade chamada Várzea Alegre, que sempre se destacou no cenário cultural pela sua oralidade, ou seja, pela capacidade que o seu povo tem de contar histórias pitorescas e circunstanciais através das gerações. Com o aparecimento do contato virtual essa capacidade artística tornou-se mais descritiva e literária oferecendo às pessoas uma informação mais rápida e universalizada. Que maravilha...

Era uma vez... Um saudoso motorista de caminhão de verve humorística, chamado Zé Felipe, que divulgou as nossas histórias pelo Brasil afora e que se tornou o nosso representante maior nessa prática rotineira da nossa gente. Com o advento da imprensa, fomos representados, em 1933, por Pedro Tenente, o qual ditou dois livros abordando temas orais e que ainda hoje os utilizamos em nossas pesquisas históricas. Quanta ousadia...

Era uma vez... Uma infinidade de ferramentas eletrônicas, que fizeram surgir vários nomes, os quais transformaram a nossa tradição oral em prática virtual. Desses, podemos citar representando os demais, o Escritor e Historiador Antônio Alves de Morais e o Poeta e Contador de Casos Mundin do Vale. Duas figuras impolutas...

Era uma vez... Uma menininha que teve paralisia infantil e que, em hipótese alguma, podia se locomover. Então, uma fada rainha falou, que se ela se submetesse a uma cirurgia ortopédica e começasse a andar de bicicleta poderia reabilitar-se e ter uma vida saudável. E assim ela o fez aos doze anos de idade. E é eternamente feliz...

Era uma vez... Um menino com medo do escuro, que o seu pai, para encorajá-lo, mandava-lhe ao roçado, já à noite, levar os animais de montaria para o pasto. Certa vez, ele viu um padre sem cabeça carregando uma lamparina em uma das mãos...

Era uma vez... Uma moça imigrante, que casou com um rapaz de outra terra, a qual teve dois filhos. Na terceira gravidez, desentendeu-se com o marido por causa da irmã, que mantinha um caso amoroso com ele. Em 1926, Maria é assassinada por Bil, que foge para longe. O assassino aparece às Sextas-Feiras, Treze, em forma de lobisomem e a mártir faz milagres protegendo as mulheres sofredoras...

Era uma vez... Uma história chamada de trancoso ou do tempo da carochinha. Seus ditos eram retirados de histórias populares, fantasiosas, mentirosas e de assombrações, que habitavam o imaginário popular e que foram repassadas, através das gerações, por nossas bisavós, avós, mães e babás. O homem, mais dedicado ao trabalho fora do lar, era menos influente...

Era uma vez... Um escritor português, nascido e vivido no século XVI, chamado Gonçalo Fernandes Trancoso, que ao escrever Contos e Histórias de Proveito e Exemplo, deu ao mundo um desejo irresistível de valorizar o cotidiano e o simples. Foi contemporâneo de Cervantes, Montaigne, Shakespeare, Erasmo e Camões e era conhecido como um zeloso moralista e um religioso praticante. Teve por base a cultura popular, inseriu o conto português na grande corrente européia e foi possuidor de um estilo agradável marcado pela tradição oral. Que nem nós...

Porém, desta vez... Comparar Mundin do Vale e Antônio Morais ao genial Gonçalo Fernandes Trancoso é um fato real, pois os três são possuidores da mesma versatilidade. A capacidade de extrair pérolas do nosso cotidiano, transformando-as em estruturas virtuais instantâneas, foi o ponto decisivo para o surgimento dessa verdadeira analogia. Quanta alegria...

E, desta vez... A História não é de Trancoso.

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15 de Julho de 2013

Conto de Paulo Viana escrito em 2008


A Poesia e o Delírio - Paulo Viana




O vento cobriu displicentemente seus olhos verdes e a mão buscou um movimento de recomposição da elegância e da perfeição do penteado. O corpo girou evitando que aquele fenômeno insistisse em desgrenhar seus cabelos. A outra mão segurou o vestido para que a exposição não fosse mais íntima. A praça inteira, em seus transeuntes femininos e masculinos, olhou aquele corpo movimentando-se em nome do pudor, do charme e da discrição.

Ao contrário dos outros, ele tirou o olhar dela e voltou-se para todos que a olhavam e sentiu um peso em seu peito por achar que lhe roubavam o direito de sozinho apreciar aquela expressão de uma estética que a natureza não distribuiu tão democraticamente. Parado, no meio da praça, relaxou por perceber que o tempo seguira seus desígnios e cada uma daquelas pessoas voltou-se para seu próprio mundo e esqueceu a moça. Senti-a como dele, não por ser ela mas por ser tão bela. Entendia que sua alma de poeta era a única capaz de enxergar, sentir e dizer, em versos curtos e densos, o quanto admirava a beleza e como ela se vestiu de mulher naquele exemplar de ser humano.

Após tê-la encontrado nesse mesmo caminho, que a fazia cruzar a praça, sentava, toda tarde, a partir das quatro horas no mesmo banco e deixava seus olhos deslizarem naquele caminhar, curioso por saber que alma teria sido contemplada com corpo tão escultural e rosto tão bonito. Não teria coragem de abordá-la para conhecê-la. Por que faria isso? O que diria? Que era poeta e estava deslumbrado com tanta beleza? Que ela se tornara a principal fonte de inspiração para seus versos? Que espécie de maluco faria uma coisa assim? Certamente ela chamaria a polícia e diria que um tarado a perseguia.

Há momentos em que desejamos ser príncipes, ricos, irresistíveis para chamar a atenção de mulheres como ela. Mas se o fôssemos não seríamos poetas e o desejo não teria as raízes fincadas no amor, somente na conquista. E por estarmos a altura dela, em termos de atributos físicos, não seria a conquista tão valiosa. Este dilema acrescentava uma pequena angústia ao seu cotidiano, ao deitar-se e rever as imagens do dia, na praça. Ele a via como um poema feito mulher, os outros a viam como uma mulher desejada. Um poema arrasta de dentro do poeta suas noites, suas emoções, sua infância, seus medos, suas paixões, suas alegrias, suas dores. Aquela mulher já estava roubando seu tempo, também. Era um poema que se reescrevia diariamente, a cada dia com mais força, mais emoção, mais desejo, mais paixão, mais sofrimento, mais alegria. E ele se deixava inundar por aquelas águas turvas de incertezas que é a vida apaixonada, principalmente quando vivida unilateralmente.

Naquela noite decidiu abordá-la, quando seus passos o desafiassem novamente. Pensaria em algo para perguntar. Talvez num sonho, mensagem sábia da natureza, surgisse a maneira infalível de abordagem, sem traumas, sem constrangimento; talvez uma idéia brotasse ao acordar. Adormeceu convencido que o dia havia chegado e só faltava uma boa desculpa para, finalmente, ouvir a voz e saber o nome daquela tortura feminina que lhe tirava o sono e lhe arrancava os versos.



Capítulo II - A Poesia e o Delírio



O dia amanheceu com o sol infalível entrando pelas frestas e se fazendo presente em seu quarto. Ao abrir os olhos veio a lembrança do sonho e as batidas do coração uniram-se a um frio de hortelã que correu o estômago. Não é que sonhara mesmo com um jeito de abordar a moça! Sentou na cama e olhou para a tarde, embora no relógio fosse ainda sete da manhã. Ficou a imaginar a reação da musa caso realizasse a sugestão daquele sonho doido. Sabia que sonhos são manifestações legítimas da nossa realidade interior e tinham credibilidade suficiente para serem considerados. Mas aquele? Tentar se aproximar de uma mulher daquela forma? Não se tinha jamais ouvido falar em conquistar uma dama com tão inusitado argumento. Mas decidira seguir sua intuição, certamente influenciada pela paixão, e confiaria na mensagem recebida enquanto dormia.

O dia passava e uma dor no peito já era sentida, talvez pela ansiedade ou pelas batidas alteradas do coração. Ele chegou à praça pontualmente às dezessete horas e dirigiu-se ao seu lugar estratégico, para sentar. Naquele não podia, estava ocupado. Procurou outros e constatou que teria que esperar em pé. Nenhum estava disponível. Será que isso era um sinal de que não daria certo? No sonho parecia tudo perfeito. Encostou seu ombro numa árvore e iniciou a espera olhando o relógio a cada minuto.

Vinte minutos se passaram e a praça ganhou uma dinâmica diferente. A luz do sol anunciava a aproximação do crepúsculo; os pássaros se amontoavam nas copas das árvores e melodiavam seus cânticos, confundindo-se com buzinas, sirenes, propagandas, e roncos de carros; as pessoas apressavam o passo para alcançar o coletivo do horário. O coração dele acelerou mais ainda e seus olhos brilharam com a imagem da sua amada que pisava a praça na outra extremidade. Ele ajeitou a gola da camisa, baixou uns fios de cabelo, subiu a calça e começou sua caminhada em direção à moça.

Pela distância e ângulo, eles se encontrariam no centro da praça, perto da torre do relógio. Ali ele iniciaria sua corte. Ela se aproximava. Ele, ora apressava o passo, ora diminuía. Queria que o encontro fosse perfeitamente igual ao sonho. A dor do peito aumentou. Uma dormência surgiu em sua mão esquerda e a dor estendeu-se por todo braço. A respiração começou a ficar difícil, mas ele continuava a andar. Andou por mais três metros e caiu nos pés da mulher amada. Ela, imediatamente começou o processo de salvamento com massagem e respiração boca a boca, enquanto pedia para alguém chamar uma ambulância. A ambulância chegou e ela o acompanhou até o hospital. Depois que estava tudo sob controle, com ele fora de perigo, medicado e devidamente internado, ela foi para sua casa.





Capítulo III - A Poesia e o Delírio



Os funcionários do hospital tentaram encontrar uma pessoa da família para avisar que ele estava internado por causa de um ataque cardíaco. Na lista do seu celular, conseguiram falar com um editor de livros, um jornalista, um motorista de táxi, uma massagista, dois amigos e outras pessoas que não tinham nenhum vínculo de parentesco com ele. Os dois amigos, companheiros de barzinho, o visitaram. Não chegaram a falar com ele, pois ainda estava no CTI. A verdade é que ele era um solitário navegante por entre as colunas de concreto, a tinta negra do chão das ruas e os milhares de rostos que transitam pelas cidades como zumbis que riem, choram, ganham dinheiro, pagam dívidas, sonham, até se emocionam. Parecem viver intensamente, mas no fundo já estão mortos naquele caldo cotidiano repetitivo, sem nenhuma perspectiva de um passo à frente em sua evolução espiritual. Flutuam no universo das conquistas materiais e das variações de humor, entremeados por álcool, remédios e pregadores psicopatas. Certamente, outros têm os pés no chão e não se deixaram triturar pelas relações forjadas no egoísmo e, com os olhos voltados para dentro de si, enxergam o longo caminho que deverão seguir para o encontro consigo mesmo. Caminho que passa pela visão que os outros são parceiros, por isso a solidariedade é um transporte a ser compartilhado. Era assim que ele configurava o seu mundo.

Alguns dias depois, já recuperado, foi autorizado a voltar para sua casa. Perguntara, ao acordar, como havia chegado ali. Com paciência, a funcionária contou o que tinha ocorrido. “Uma médica?” Pensou. Aquela, cuja beleza quase o matara? Que fizera seu coração quase parar de vez? Também fizera seu coração voltar a bater? Que mulher seria essa? Como poderia estar tão senhora da sua vida, controlando as batidas do seu coração?

A funcionária do hospital sugeriu que ele fosse acompanhado por alguém até em casa. Ele disse que não tinha necessidade. Pegaria um táxi e chegaria bem em casa. Por precaução, a funcionária ligou para a médica que o levara. Ela pediu que o detivesse por mais uma hora que ela o apanharia e o levaria para casa. Fizeram-no esperar, sob pretexto de uma revisão em seu estado geral. Alguns exames seriam feitos.

Uma hora depois, uma voz feminina o interrompia quando telefonava em busca de um táxi:

- Olá! Vejo que o senhor já está em plena forma novamente. – Ele virou-se para ver que fenômeno sonoro era aquele que o fez gelar. Ela estava ali, falando com ele. A Mão dela ofereceu-se para um aperto e ele, ainda mudo, correspondeu.

- Muito prazer, Patrícia Gutierre.

- Prazer... Sérgio Navarro.

- Estou feliz porque o senhor está bem.
- Você salvou a minha vida. Como se pode agradecer isso?
- Não se preocupe, como médica é minha obrigação salvar vidas. Eu o levarei para casa.
- Mas...
- Tenho tempo suficiente, vamos.
Os dois dirigiram-se ao carro. Durante a viagem ele abriu um livro e rabiscou algumas palavras na primeira página. Deixando-o no carro disse:
- Este é para você. – Ela o pegou e o olhou:
- A Poesia e o Delírio... é seu?
- Totalmente inspirado em você. – Seu coração voltou a acelerar.
- Como assim? – Disse ela completamente tomada por uma surpresa que trazia uma mistura de medo, lisonja, desconfiança e perplexidade.

Capítulo IV - A Poesia e o Delírio

Um silêncio invadiu o carro, talvez com a missão de deixá-los recompor-se após aquela revelação. A ambigüidade da situação confundiu suas mentes e seus sentimentos. Para ele havia uma alternância entre tensão e alívio, para ela medo e contentamento. Mas, ela queria entender tudo aquilo:
- Mas...Nós mal nos conhecemos...
- Eu a conheço, acho que há mais de um ano. 
- Um ano? Mas eu...
- Eu sei...Você não me via, mas eu a olhava, quase que diariamente, atravessando a praça. E cada passagem sua era o parto de um poema. Você é tão bonita que é impossível passar despercebida e, para os poetas, como eu, a natureza quis definir a beleza e a aí você nasceu.
- O senhor está exagerando.
- Pode me tratar por você.
- Está bem. Acho que você exagerou, Sérgio, eu não sou isso...
- Leia esse livro. Ele fala o que eu sinto e como vejo você.
- É verdade? É sobre mim mesmo? Você não estava brincando?
- Pode acreditar. O lançamento dele é daqui a duas semanas.
- Eu não sei nem o que dizer mais.
- Não diga nada, só leia o livro.
Chegaram à casa de Sérgio. Ele agradeceu a carona e desceu. Ela agradeceu o livro e os dois trocaram números de telefones. Ela disse para ele seguir as recomendações médicas.
Em casa, deitado em sua cama, olhando o teto, Sérgio respirava fundo para oxigenar o cérebro e recuperar o fôlego que parecia ter prendido enquanto conversavam. Lembrou do sonho que o orientava como abordá-la e riu. No sonho alguém dizia para ele falar com o coração que aquele livro era totalmente inspirado nela. Seu coração usou sua própria linguagem para dizer isso. Patrícia, absorta em pensamentos, dirigia e imaginava o que tinha naquele livro, ainda sem acreditar que era inspirado nela. Tinha consciência de sua beleza, mas jamais imaginara que chegasse a ser motivação para alguém escrever poemas sobre ela. Até namoros estavam difíceis, não por falta assédio, mas por falta de tempo e de opções razoáveis. Como toda mulher muito bonita, tinha dificuldades em manter seus relacionamentos, principalmente por que os homens que dela se aproximavam ficavam possessivos, inseguros e paranóicos. Era o preço de ser tão bela. Aquela manifestação de romantismo a surpreendia: um livro inteiro de poemas sobre ela?
Antes mesmo do banho, Patrícia pegou o livro e o abriu na dedicatória: “Para a mulher cuja existência deu vida a esses poemas”. Na orelha do livro tinha dados biográficos do autor, onde dizia ser ele Jornalista, Professor de Literatura e Poeta. Aquele era o terceiro livro a ser publicado. Tinha quarenta anos e trabalhava em um grande jornal, embora usasse pseudônimo para seus artigos que tratavam sobre o cotidiano. O primeiro poema já a deixou sem graça:
Eis que me surpreende a vida
Dando-me tua imagem
E a tarde, antes apenas áspera tarde,
Solitário complemento do dia,
Enche-se de uma maciez plácida,
De um aveludado deslizar do tempo,
De um ritmado caminhar.
Eis que me revolve a verve apaixonada da poesia
E o manto raro da inspiração
Deita-se em meu peito
Sugando as primeiras batidas de um novo coração
Levando às minhas mãos palavras
Cravando no papel versos
Versos que querem dizer:
Se existes, se podes ser tão bela
Impossível é não existir, também, o amor.

Capítulo V - A Poesia e o Delírio

Patrícia leu todos os cento e vinte poemas naquela noite e, a cada página, via-se através de metáforas, imagens e belas construções poéticas. Estava extremamente agradecida àquele homem que, tão amorosamente, dedicara sua atenção para escrever coisas tão lindas. Ao mesmo tempo, receava que tudo aquilo fosse uma obsessiva forma de se apaixonar; um comportamento doentio. Intuitivamente deixou seu coração decidir e resolveu ligar para agradecer e dizer o quanto estava orgulhosa por ter sido retratada em versos tão envaidecedores e carinhosos.
Enquanto pensava, folheava o livro até que percebeu, na última página, onde se apresentam dados sobre a editora e o ano, um pequeno texto:
“ Não sei se a vida me dará oportunidade de conviver com você e, certamente, se isso não acontecer eu viverei até o fim dos meus dias, mas o coração terá virado um castelo inútil de uma rainha que viveu somente eu meus delírios e em minha poesia. Contudo, se o destino, os Deuses, a sorte ou seja lá o que for, me aproximar de você e me for dada tal oportunidade, saiba que serei um homem pleno, um poeta absoluto, cuja poesia se humanizara e viveria ao seu lado, travestida de uma mulher linda. A vida teria, finalmente, iniciado para mim.”
Duas lágrimas rolaram no rosto de Patrícia. Ela fechou o livro e olhou para a longínqua distância que ainda existia entre o sentimento de gratidão e a possibilidade de corresponder àquele amor já tão maduro. Não saberia dizer se em algum momento isso aconteceria. Estava só, sem namorado. Sérgio era um homem mais velho, porém muito atraente. Demonstrara inteligência e sensibilidade. Talvez sua paixão fosse legítima e não fosse uma manifestação de um comportamento obsessivo.
Por volta de oito horas da noite ela ligou para Sérgio. O telefone dele chamou várias vezes. Insistiu e nada de resposta. Nove e meia ela ligou novamente. Nada. Decidiu que ligaria somente no dia seguinte. Melhor, passaria cedo em sua casa.
No dia seguinte foi à casa de Sérgio. No cartão tinha o endereço. Ela subiu e tocou a campanhinha. Não houve resposta. “Ele já saiu, tão cedo?” Pensou. Ligou novamente para o celular e ouviu a mensagem de fora de área ou desligado. No cartão tinha os telefones do jornal e da universidade mas ele não estava em nenhum dos dois. Ela dirigiu-se à clínica. Ao chegar, pediu à secretária para ficar tentando comunicação com os telefones dele. Durante todo o dia ela tentou e nada conseguiu. À noite, depois de ligar várias vezes, foi dormir um pouco preocupada. O que estaria acontecendo? Sérgio estaria fugindo dela? Viajara? Pensou até no pior...
Pela manhã foi à casa dele e perguntou aos vizinhos. Todos disseram que não o tinham visto mais. Um deles disse que ele deveria estar em casa pois o cadeado do portão, que protegia a porta, não estava trancado. Esta informação fez o estômago de Patrícia gelar. Imediatamente ligou para a polícia, se identificou e pediu que alguém fosse lá para arrombar a porta.
Meia hora depois, os policiais chegaram e arrobaram a porta. O corpo de Sérgio ocupava, semi-nu, o centro da sala. Uma música suave vinha do quarto, de um rádio que anunciava a solidão daquele homem, que finalmente tinha chegado a um termo.


Fim

Paulo Viana

Outros - Aqui encontra-se um pouco de tudo!

09 de Julho de 2013

"Não ouves mais nenhum passarinho cantar, nem mesmo ao longe passar às vistas dos teus olhos?
Não ouves mais a melodia da chuva, trovões e o som dos movimentos das ondas do mar?
Foram-se os arco-iris, as cachoeiras e os pomares? Não ouves mais o galo cantar?
Borboletas e beija-flores e até flores, estas também só empalhados?
Então, irrefutavelmente, há vestígios da morte no teu caminho...
Refaz tudo, revisa, reinventa, repensa, deixa o que fazes de lado e recomeça...há algo errado e, outra vez, estás sendo expulso do Édem!

(jose valdir pereira)

Outros - Aqui encontra-se um pouco de tudo!

15 de maio de 2013

"Se queremos progredir, não devemos repetir a história, mas fazer uma história nova"
Mahatma Gandhi

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07 de Maio de 2013

Para meu grande amor - Música de Roberto Carlos
Como é Grande o Meu Amor Por Você



Outros - Aqui encontra-se um pouco de tudo!

29 de Abril de 2013


Outros - Aqui encontra-se um pouco de tudo!

07 de Abril de 2013

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06 de Abril de 2013


"A democracia surgiu quando, devido ao fato de que todos são iguais em certo sentido, acreditou-se que todos fossem absolutamente iguais entre si".



Aristóteles

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02 de Abril de 2013


Como se Moço e Não Bem Velho Eu Fosse - Alphonsus de Guimaraens

Como se moço e não bem velho eu fosse,

Uma nova ilusão veio animar-me,

Na minh'alma floriu um novo carme,

O meu ser para o céu alcandorou-se.



Ouvi gritos em mim como um alarme.

E o meu olhar, outrora suave e doce,

Nas ânsias de escalar o azul, tornou-se

Todo em raios, que vinham desolar-me.



Vi-me no cimo eterno da montanha

Tentando unir ao peito a luz dos círios

Que brilhavam na paz da noite estranha.



Acordei do áureo sonho em sobressalto;

Do céu tombei ao caos dos meus martírios,

Sem saber para que subi tão alto...


Outros - Aqui encontra-se um pouco de tudo!

18 de Março de 2013


Outros - Aqui encontra-se um pouco de tudo!

17 de Março de 2013

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16 de março de 2013


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15 de Março de 2013 

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14 de Março de 2013


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13 de Março de 2013

Outros - Aqui encontra-se um pouco de tudo!

Mensagem para o dia - 11 de Março de 2013

Paulo Viana


Meu coração trabalha sem parar, moendo emoções, bombeando minha caminhada por essa trajetória traçada, sem nenhum aviso, sem ter um código para decifrar, como um plano arquitetado para me desafiar, para me por medo, para me jogar entre a angústia e a esperança, como um pergaminho cheio de segredos, que a todo custo busco desvendar. Ao mesmo tempo, ele me ensina a não recuar, a enfrentar pequenos monstros que o cotidiano recria, a refazer o caminho quando as saídas já se fecharam, a esquecer dores, engendrar desejos e fertilizar paixões. 

Paulo Viana

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Mensagem para o dia - 21 de Fevereiro de 2013

Pra Sonhar - Marcelo e Jeneci



Quando te vi passar fiquei paralisado
Tremi até o chão como um terremoto no Japão
Um vento, um tufão
Uma batedeira sem botão
Foi assim viu
Me vi na sua mão

Perdi a hora de voltar para o trabalho
Voltei pra casa e disse adeus pra tudo que eu conquistei
Mil coisas eu deixei
Só pra te falar
Largo tudo

Se a gente se casar domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra sonhar
Pra sonhar

O que era sonho se tornou realidade
De pouco em pouco a gente foi erguendo o nosso próprio trem,
Nossa Jerusalém,
Nosso mundo, nosso carrossel
Vai e vem vai
E não para nunca mais

De tanto não parar a gente chegou lá
Do outro lado da montanha onde tudo começou
Quando sua voz falou:
Pra onde você quiser eu vou
Largo tudo

Se a gente se casar domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra contar

Domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra contar
Pra contar


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Mês de Janeiro de 2013

Mensagem para o dia - 03 de Janeiro de 2013



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Mensagem para o dia - 02 de Janeiro de 2013 

Bom Dia meu amor

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Recebido em 21 de Dezembro, no dia que o Mundo ia se acabar!

video

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Mês de Dezembro de 2012


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Novembro de 2012

Açude Olho D'agua

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Novembro de 2012

Fotos da parte interna de nossa Igreja - Matriz de São Raimundo Nonato



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Novembro 2012

Fotos da escola Dr. Iram Costa


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EU COMPREI. VOCÊS TAMBÉM COMPRARAM? Por Mundim do Vale

. Bolo ligado a João de Adélia?
. Alfinim a Dona Santana?
. Tapioca a Mariinha de Pedro Preto?
. Milho cozido a Chico neném e Antônio Ulisses?
. Revista Bolinha a Zé Belo?
. Cheiro verde a Dona Cecília?
. Pão doce a Dunga?
. Tijolo de leite com rapadura a Izabel Beca?
. Passarinhos a João Vieira do Brejinho?
. Filhóis a Dona Antônia?
. Ovos cozido a Mundim da Varjota?
. Macáuba a Renato de Zé Sobrinho?
. Lenha a Agostinho Parafuso?
. Brilhantina em mercado a José Felipe neto?
. Fumo a Antônio de Firmino?
. Panelas a Maria Curta?
. Quebra queixo a Seu Inácio?

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Novembro de 2012

"Se vou, é porque sei que o melhor é prosseguir; não conseguirei chegar a lugar algum, ficando aqui, a esperar acontecer! Não quero me arrepender pelo que não fiz - prefiro a tortura advinda do prazer desfrutado, ao arrependimento da abstenção!"
José Valdir Pereira 


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OUTUBRO DE 2012







NESSAS RUAS FUI CRIANÇA, PÉS DESCALÇOS,LIBERDADE A FLOR DA PELE,NÃO EXISTIA MEDIDAS PARA OS SONHOS E NEM O MEDO DE SONHAR.ANDAVA NAS RUAS DONA DOS BECOS CONHECEDORA DA PAZ QUE ALI HAVIA,HAVIA DIFICULDADES FINANCEIRAS MAS TINHA O MUNDO NAS NOSSAS MÃOS, E COMO ERA BOM SER CRIANÇA TRAZENDO O SOL NA CARA CADA VEZ O QUE O DIA AMANHECIA E A RUA CHAMAVA PRA SER FELIZ,SINTO SAUDADES DOS MEUS SONHOS QUE DEIXEI NESSAS RUAS, NA LUA E HOJE OLHO UMA FOTO AMARELADA PELO TEMPO E UMA PONTADA DE SAUDADE BATE,BATE ME CHAMANDO PRA VOAR NO TEMPO


LUZIA DE ROMILDO



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Outubro de 2012


HOMENAGEM AO VAEZEALEGRENSE  RAIMUNDO VALQUIRIO CORREIA LIMA

Na foto estão Raimundo Valquirio Correia Lima e Isabel Sobreira Correia

Ao mestre, com justiça e com muito carinho - Por Álvaro Maia 17/04/2003

Entendemos a primazia de uma homenagem a alguém quando ela é prestada em vida, pois, ao se extinguir a chama da existência, “Ninguém é ninguém”. O presente artigo poderia ser titulado com qualquer uma das designações seguintes, dentre outras: “Obrigado, Professor”; “Titã da Bondade”; “Dádiva Cearense”; “Construtor de Sucessos”; “Justa Homenagem”; “Preito de Gratidão”. Optamos pelo acima epigrafado por entendermos ser o mais completo para o que nos propusemos.
A história é a seguinte: vive em Sergipe, desde os idos de 1952 um Cearense especial que, egresso de Várzea Alegre – Ceará, cidade do arroz, mais conhecida como “Pérola do Vale do Machado”, ao cumprir a sua enobrecida missão de educador em nosso Estado, sempre ajudou a engrandecer, de forma excepcional, a educação e a cultura de muitas famílias sergipanas acatadas, caritativamente, com denodo, graça e amor, pelos bondosos corações seu e de sua excelsa esposa. – A sua cidade natal se sobressai em função, principalmente, de duas características distintas: A primeira, por servir de berço a ilustres personalidades do Brasil e do mundo, a exemplo de Flávio Primo, competente Agrônomo de 1ª linha, que foi um grande Líder na condução de Empresa Pública do Estado de Sergipe e da Agremiação Desportiva Confiança, que presidiu. Ele continua a cultivar, com perseverança e galhardia, o que mais gosta: Boas e verdadeiras amizades, dentre as quais, modestamente, nos incluímos. Raimundo Ferreira, importante locutor da BBC de Londres; José Morões, Médico há mais de 40 anos no Rio de Janeiro; e Otacílio Correia (de saudosa memória), empresário e político de valor, além de ter sido um excelente contador de estórias. A outra distinção dessa cidade é o fato de ser conhecida como a “Terra dos Contrastes”. Lá, o “Zé Preto”, era branco e o “Zé Branco”, era preto; o Cruzeiro, ficava atrás da Igreja; o Juiz, era uma mulher (possivelmente, a primeira Juíza do Brasil); o Padre Otávio, era casado; o Avô paterno de Flávio Primo, militava na “UDN” e era inimigo do Avô materno, que pertencia ao PSD; A via de acesso ao cemitério da cidade chamava-se “Rua da Alegria”; E, para completar, o Padroeiro da cidade, São Braz, é São Raimundo Nonato. Vejam bem: “Nonato” – “Não Nascido!”. A propósito, é de se registrar que o “Rei do Baião”, o inesquecível Luiz Gonzaga, gravou uma música em homenagem àquela povoação, intitulada “Contrastes de Várzea Alegre” – “Mas diga moço, de onde você é... Eu sou da terra que de mastruz se faz café”... Sobre esse bendito pedaço do Ceará, pode-se discorrer à vontade, pois assunto não falta. Todavia, retomemos à figura do nosso preiteado. No dia 17 de abril ele completa idade. Neste ano, chega ao seu 79º (Septuagésimo nono) aniversário. Que grandeza! Parece que foi ontem o seu nascimento à Rua Major Joaquim Alves nº 160. Essa homenagem, é nosso presente. Pinçamos do seu “Curriculum Vitae” alguns dados e tomamos a liberdade de publicar aqui, conforme segue: Filho dos renomados Professores Leandro Correia Sobrinho e Dona Clara Correia Lima, enveredou, desde cedo, também, pelo caminho da educação. E induziu, ainda, sua prole a abraçar a carreira do magistério de modo que, todos os seus filhos e filha possuem licenciatura plena em pedagogia, mestrado em educação, letras em inglês, e educação física sendo que somente um, já falecido, não teve tempo de se tornar um educador, preferindo, em vida, a área contábil. A conquista amorosa à rainha dos seus sonhos, D. Bezinha, ocorreu num leilão realizado em São Vicente de Paula, Várzea Alegre/CE. O casamento foi realizado no dia 25 de dezembro de 1948, de modo bastante e merecidamente solene, na Igreja Matriz de São Raimundo Nonato. Tivemos a honra e o privilégio de, convidados, assistir às suas “Bodas de Ouro” que aconteceu da forma mais bonita e elegante na igreja do Salesiano, em 1998, em nossa querida Aracaju. Iniciou sua formação acadêmica no Grupo Escolar São Raimundo Nonato/Várzea Alegre/CE, em 1931. Possui, dentre os seus vastos conhecimentos, curso superior de Comunicação Social – Relações Públicas, concluído em Recife (PE) – 1973. Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Sergipe, 1984, tendo prestado o exame da ordem OAB/Sergipe em janeiro de 1985. Dentre as atividades do magistério, é próprio relembrar: Professor do Curso para Idosos no Seminário São José – Crato/CE, 1940 e na Escola Apostólica Santo Inácio de Loiola S. J. – Baturité/CE – 1942, 1943 e 1944. Fundador, Diretor e Professor do Externato “São Raimundo Nonato” – Várzea Alegre/CE – 1946; Diretor, e Professor do Colégio “Dom José Thomaz”, desde 1952; Professor de “Introdução da Ciência da Comunicação” – Curso de Comunicação Social para as áreas de Relações Públicas e Jornalismo da Universidade Tiradentes – 1983 e 1984. Em suas atividades públicas, vale anotar: Membro fundador do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino e de sua Diretoria, a partir de 1958; Assessor de Relações Públicas da superintendência Regional do Instituto Nacional de Previdência Social INPS e IAPAS – 1968 a 1980; Fundador da Associação Brasileira de Relações Públicas – SE/1976, da qual foi Presidente por quatro mandatos por “Eleição” e por “Aclamação”. No campo político, foi Fundador e Secretário Municipal do Partido Social Democrático (PSD), Várzea Alegre/CE – 1945. Tendo sido também Vereador e Secretário da Câmara Municipal desse Município – 1946/1949. Nas atividades esportivas, marcou presença como Presidente da Associação Desportiva Confiança ADC, nos períodos de 1961/1963 e de 1970/1972 (Aracaju/SE), sendo Presidente do Conselho Deliberativo dessa agremiação desportiva por diversos períodos. Coleciona Diplomas e medalhas as mais diversas, a exemplo do Diploma de Cooperador da Estação PX – Ministério do Exército – IV Exército – 6ª Região Militar – 19ª CSM – 28BC – 10 a 25 de agosto – Exército Brasileiro – Fator de Integração Nacional”; Diploma de Eficiência como participante do X Congresso Nacional dos Estabelecimentos Particulares de Ensino, por mérito. Diploma de Cidadão Aracajuano – dez/1976 e Sergipano – out/1979; Medalha de Honra ao Mérito “Ao Mestre Companheiro”. Reconhecimento do Lions Clube – Aracaju – Salgado Filho – 1996; Medalha Tiradentes – Edição Especial “Memória de Uma Grande Missão” – 1992. Atuação em jornais e rádios: Repórter do periódico “O Tempo” – Várzea Alegre/CE – 1949/1950; Responsável pela coluna diária da “Gazeta de Sergipe” – “O Dia no Olympio Campos” – 1958/1960; Fundador e locutor da “Voz de Várzea Alegre” – Serviço de auto-falantes com alcance urbano e rural – 1948/1952 e locutor político da Rádio Liberdade – Aracaju (SE) – 1956/1958. Para não se omitir dos contrastes da sua terra natal, é de se observar que o nosso “Carrapicho” (Apelidado assim por causa dos cabelos), possui seis irmãos – Rita Valdeliz, José Walter, Geraldo Elpídio, Francisco das Chagas (O China, irmão que sempre o acompanhou “Pari Passu” com amor, dedicação, participação e destemor permanecendo, ainda hoje, fiel à sua amizade e carinho). José Jussué e Terezinha; E a sua prole registra, também, seis pérolas, sendo cinco filhos e uma filha: Raimundo Valquírio Filho (de saudosa memória), Luiz Cláudio (também falecido); Lúcio Flávio, Ítalo Augusto, Francisco Hamilton e a linda Clara Isabel. O “Manchinha” (alcunha herdada dos tempos juvenis quando jogava futebol com os amigos conterrâneos por causa de uma pequena mancha na perna) tem o seu legado especial a Sergipe a partir da sua presença primordial como proprietário, dirigente e professor do Colégio “Dom José Thomaz”, (nome dado em homenagem ao primeiro Bispo de Aracaju) porque, por ali, até hoje exercita os bondosos anseios do seu esplendoroso coração, ajudando a muitas pessoas: Tanto na aprendizagem escolar, quanto no apoio a uma colocação de emprego, ou até e muitas vezes, no aconselhamento paternal e familiar. Pelo Colégio “Dom José Thomaz” cuja divisa era “Nosso Lema é o Estudo” e hoje, passou a ser: “Dom de Aprender” “Dom de Ensinar”, transitaram e ainda hoje o fazem, sob a benquista e generosa orientação do Professor Raimundo Valquírio Correia Lima e sua incansável senhora, Dona Isabel Sobreira Correia – a querida “D. Bezinha”, muitas das eminentes figuras que hoje tão bem representam as simpáticas camadas sociais deste glorioso Estado nas suas diversas áreas – educação, engenharia, medicina, economia, advocacia, serviços públicos, dentre outras, uma grande parte, como nós, de origem pobre que, muitas vezes, nem sempre podia pagar a mensalidade do Colégio, mas ia ficando ali, sob a égide do indulgente beneplácito do bondoso casal. Todavia, é lamentável que, presentemente, o insigne par, enfermo, permaneça enclausurado em seu lar, no seio da família, sem contar com a visitação e gratidão de tantos quantos “amigos”, que foram por eles ajudados a atingir os pináculos da glória, talvez em função do “tempo” e das suas “ocupações pessoais”. (Questões estas que, sabidamente, são motivos de preferência; de prioridade), fatores que nunca impediram nosso homenageado e família de ser presentes à dó de terceiros, quando solicitados. Mas, por dever de Justiça, reconhecemos as exceções onde anotamos da gratidão do Magnífico Reitor da Universidade Tiradentes, Professor Jouberto Uchoa de Mendonça que, em respeito à amizade, gratidão e seriedade, num exclusivo preito de carinho, deu à Vila Olímpica da Universidade Tiradentes o nome do Professor Raimundo Valquírio Correia Lima. Grande Gesto! Aplausos!.
O emérito professor Valquírio, que realizou o maior sonho da sua vida – a formatura de todos os seus filhos, continua a ser o homem simples que sempre foi. Não amealhou riquezas materiais como poderia, por causa do seu grandioso coração. Continua a morar numa residência sem qualquer luxo à Rua Laranjeiras. Gosta de roupas esportes. Adora um “Baião de Dois”, seu prato predileto, embora sobreviva hoje à base de regime alimentar, por orientação médica. E permanece em paz com Deus, alegre e participativo. Vale a pena visitá-lo. Sempre que o fazemos, saímos de lá, renovados e muito contentes. Que Deus o abençoe e o faça permanecer sempre assim, para a felicidade de muitos. Ao completar seu pré-octogésimo aniversário, que ele receba, da nossa e da parte da nossa família, os mais efusivos Parabéns! 

NOTA: Para produção deste artigo, foi imprescindível a colaboração especial do amigo Flávio Primo e do ilustre Francisco José, este, sobrinho do homenageado. Obrigado.

Álvaro Maia em 17/04/2003


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Sexta - feira, 19 de Outubro de 2012


























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Sexta - feira, 19 de Outubro de 2012 - Luan Santana



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DONA MARIA - MARIA LUZIA GREGORIO

LEMBRO DE DONA MARIA QUE LAVAVA ROUPA,MORAVA NA RUA TOMAZ DE AQUINO NUMA PEQUENA CASA,ERA SOZINHA, NÃO SEI PORQUE QUE EU ACHAVA ESTRANHO ELA MORAR SÓ,E FICAVA ME PERGUNTADO COMO SERIA VIVER NA SOLIDÃO E A ACHAVA MISTERIOSA.TODAS AS VEZES QUE MINHA MÃE LEVAVA A ROUPA PRA ELA LAVAR EU IA JUNTO SÓ PARA OLHAR A CASA DELA DE COMO ERA SOLITÁRIA E ESCURA ACHO QUE TINHA DÓ DELA,NUNCA VI NINGUÉM DA FAMÍLIA ENTRAR LÁ, O TEMPO PASSOU FUI EMBORA E ELA MORREU MAS EU NUNCA ESQUECI DAQUELA MULHER ,MAGRINHA E COM UM CIGARRO COMO COMPANHIA CONSTANTE NA MINHA MEMORIA GUARDO LEMBRANÇAS DE PESSOAS QUE SE FORAM MAS QUE FIZERAM A MINHA ESTORIA


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A Nossa Casa - Arnaldo Antunes


A Nossa Casa - Arnaldo Antunes


Na nossa casa amor-perfeito é mato

E o teto estrelado também tem luar

A nossa casa até parece um ninho

Vem um passarinho pra nos acordar 

Na nossa casa passa um rio no meio

E o nosso leito pode ser o mar



A nossa casa é onde a gente está

A nossa casa é em todo lugar 

A nossa casa é onde a gente está

A nossa casa é em todo lugar



A nossa casa é de carne e osso

Não precisa esforço para namorar

A nossa casa não é sua nem minha

Não tem campainha pra nos visitar

A nossa casa tem varanda dentro

Tem um pé de vento para respirar



A nossa casa é onde a gente está

A nossa casa é em todo lugar 

A nossa casa é onde a gente está

A nossa casa é em todo lugar

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Sábado, 01 de Setembro de 2012 - A porta do Lado - Dráuzio Varella

A PORTA DO LADO - Por Dráuzio Varella


Em entrevista dada pelo médico Drauzio Varella, disse ele que a gente tem um nível de exigência absurdo em relação à vida, que queremos que absolutamente tudo dê certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.

E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia na vida  da gente...

É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na garagem (ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping). Em vez de simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o que resta do seu dia.

Eu acho que esta história de dois carros alinhados, impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor, e de outras, pior.

Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos, mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes.

Será que nada dá errado pra eles? Dá aos montes. Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor diferença.

O que não falta neste mundo é gente que se acha o último biscoito do pacote. Que "audácia" contrariá-los! São aqueles que nunca ouviram falar em saídas de emergência: fincam o pé, compram briga e não deixam barato.

Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente. O mundo versus eles.

Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por ela também. É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a maioria dos nossos problemões podem ser resolvidos assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail, um pedido de desculpas, um deixar barato.

Eu ando deixando de graça... Pra ser sincero, vinte e quatro horas têm sido pouco prá tudo o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda mais tempo ficando mal-humorado.

Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes e gente idem; pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia. Então eu uso a "porta do lado" e vou tratar do que é importante de fato.

Eis a chave do mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom humor, a razão por que parece que tão pouca coisa na vida dos outros dá errado."

Quando os desacertos da vida ameaçarem o seu bom humor, não estrague o seu dia... Use a porta do lado e mantenha a sua harmonia. Lembre-se, o humor é contagiante - para o bem e para o mal - portanto, sorria, e contagie todos ao seu redor com a sua alegria.

A "Porta do  lado" pode ser uma boa entrada ou uma boa saída... Experimente!


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A Dor da Saudade Mazzaropi

A Dor da Saudade 

A dor da saudade 
Quem é que não tem
Olhando o passado 
Quem é que não sente
Saudade de alguém 2X

Da pequena casinha
Da luz do luar
Do vento manhoso
Soprando do mar

A dor da saudade 
Quem é que não tem
Olhando o passado 
Quem é que não sente
Saudade de alguém 

E até das mentiras
Que fazem sonhar
De alguém que se foi 
Pra não mais voltar

A dor da saudade 
Quem é que não tem
Olhando o passado 
Quem é que não sente
Saudade de alguém 

Vá embora saudade 
Da minha casinha 
Que eu quero bem 

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Sexta - feira, 31 de Agosto de 2012 - Mesmo Assim - Madre Tereza de Calcutá


MESMO ASSIM

As pessoas são irracionais, ilógicas e egocêntricas.
Ame-as MESMO ASSIM.

Se você tem sucesso em suas realizações,
ganhará falsos amigos e verdadeiros inimigos.
Tenha sucesso MESMO ASSIM.

O bem que você faz será esquecido amanhã.
Faça o bem MESMO ASSIM.

A honestidade e a franqueza o tornam vulnerável.
Seja honesto MESMO ASSIM.

Aquilo que você levou anos para construir,
pode ser destruído de um dia para o outro.
Construa MESMO ASSIM.

Os pobres têm verdadeiramente necessidade de ajuda,
mas alguns deles podem atacá-lo se você os ajudar.
Ajude-os MESMO ASSIM.

Se você der ao mundo e aos outros o melhor de si mesmo,
você corre o risco de se machucar.
Dê o que você tem de melhor MESMO ASSIM.

Madre Tereza de Calcutá


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Quinta - feira, 30 de Agosto de 2012 - Angústia

ANGÚSTIA

Chamamos de angústia a sensação psicológica caracterizada por ansiedade, insegurança,  dor emocional e hiper sensibilidade ou irritabilidade. Na psiquiatria, um estado de angustia prolongada é considerada uma doença e precisa de tratamento.
Mas chamamos também de angústia, uma espécie de sensação desconfortável que não tem propriamente uma direção emocional precisa ou perceptível, quase como uma impressão ou pressentimento indefinido.

Podemos nos sentir angustiados por causa da ansiedade e medo que preceda um evento, um acontecimento, uma ocasião, uma circunstância que sabemos que se aproxima. Ou, ficarmos angustiados por alguma lembrança, memória de um evento passado que conseqüentemente não podemos mudar.
Seja o motivo que for que nos leve a angustia, fato é que esse sentimento exerce função crucial na simbolização de perigos reais ou imaginários que possamos perceber.

E se nos conhecemos pouco, provavelmente estaremos imaginando perigos e monstros que não existem!
Nosso medo e insegurança, conseguem aumentar e distorcer tudo o que tocam!

Diz-se em Psicanálise, que precisamos equilibrar três instâncias psíquicas em nossa personalidade, que são:

- Nossas vontades e desejos, chamados de "Id"
- Nosso instinto repressor e regulador dessas vontades, chamado de "Superego"
- E o que busca um balanço entre as duas anteriores, que se chama "Ego" ou "Consciência"

Portanto, um atrito e desequilíbrio entre nosso Id (vontade) e nosso Superego (repressão), tem como conseqüência um Ego atormentado. É o Ego que analisa a possibilidade real de colocarmos em prática ou não, uma ação desejada pelo Id e também tenta controlar e minimizar o excessivo rigor imposto pelo Superego.
A esse conflito entre o Id e o Superego, Freud denominou angústia.

Cabe ao Ego, à consciência, a busca de um equilíbrio entre estas partes psíquicas: A vontade e a repressão dessa vontade.
Porém, isso pode ser bastante difícil se a pessoa está sendo pressionada por uma convenção social, um padrão de conduta e comportamento que a sociedade e ela mesma estejam exigindo que siga, sem que na verdade, seu eu verdadeiro concorde ou queira seguir.
Nesse sentido, a única forma de lidarmos com a angustia causada entre a vontade e a repressão, é o autoconhecimento.

Somente nos conhecendo de verdade é que estaremos aptos a perceber o quanto estamos nos prejudicando, ao não expressarmos nossa verdade interior.

Só com o autoconhecimento é que podemos realmente julgar o quanto podemos ou não reprimir uma vontade, pois ao analisá-la conscientemente, podemos ver o quanto ela é prejudicial de verdade e assim desistimos dela, e transformamos essa vontade negativa em entendimento, focando a partir daí, vontades mais positivas para nossa vida, desistindo de fato e de vez, dos pensamentos e desejos negativos!

Ou, ao contrario, podemos perceber através do autoconhecimento, que o que chamamos de vontade é na verdade uma expressão real e positiva de nós mesmos, mas que estamos reprimindo por medo de sermos rejeitados socialmente ou por alguém que amamos.  E nesse caso, desistimos de dar tanta importância ao que os outros dizem ou julguem a nosso respeito e seguimos nossa verdade, libertos de criticas, procurando nos fazer compreender por quem amamos, caso isso seja possível, mas se não for, não mentimos mais para satisfazer aos outros, mesmo sob pena de sermos realmente criticados e rejeitados! Só a verdade importará e a verdade liberta!

Mas percebermos a diferença entre essas duas situações, só é possível com o autoconhecimento, pois caso contrario, nos enchemos de culpas e nos torturamos, tentando nos encaixar de qualquer forma em algum personagem social que criamos, e viveremos angustiados.
Lembre-se de que a verdade sempre força sua passagem à luz, à expressão e quanto mais tentarmos reprimi-la, mais ela nos causará dor!

Autoestima é a conseqüência de vivermos nossas verdades e expressarmos nosso verdadeiro eu!

Por hora, vamos meditar sobre isso fazendo o relaxamento narrado da página Meditação on line. 
Durante o espaço musical procure tirar sua mente dos pensamentos que tem a respeito de suas dúvidas e inseguranças e deixe que venha a percepção de sua alma, de seu amor, de seus sentimentos mais sublimes de amor e proteção!
Envolva-se no sentimento de amor e proteção, pois esse é o sentimento que nos liberta da insegurança. Deixe que seu coração se complete, se encha do mais puro amor. Projete esse amor à seu corpo, sua mente, e sua vida. Deixe que o amor tome conta de cada célula de seu corpo, de toda sua alma! Sinta-se assim, amoroso e pleno! Ame-se! Você é um ser muito, muito especial, porque é único e o amor universal o protege! Abençoe sua vida e seus relacionamentos, pois tudo à sua volta é ensinamento! Aceite com amor esse ensinamento e mude sua vida para melhor!

Fique em paz no amor e na confiança de que todos os eventos podem trazer ensinamentos
positivos a nosso respeito! E lembre-se que a verdade liberta!

Com muito carinho,

Vera Calvet


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Quarta - feira, 29 de Agosto de 2012 - Música do Dia


Se Eu Chorar - Jorge e Mateus

Pra viver eu só preciso de você
Pra ser feliz eu só preciso te merecer
Pra ser melhor tem que acontecer de novo em outra vida
Pra não chorar, vou cuidar tanto desse amor
E se eu chorar, vai ser de saudade
Eu vou te ligar quando ela bater
Às 4 ou 5 da manhã
Falar que eu sou seu fã
E só liguei pra dizer

Que a gente se encaixa
É a tampa e a panela
É a chama e a vela
É a cama e o colchão
E que o mal de quem ama é saudade
Você é a metade do meu coração
E que eu sou o amor da sua vida
Eu sou água doce pra você beber
E que eu quero ouvir da sua boca
Que você é louca por mim,
Como eu sou por você.

Pra viver eu só preciso de você
Pra ser feliz eu só preciso te merecer
Pra ser melhor tem que acontecer de novo em outra vida
Pra não chorar, vou cuidar tanto desse amor
E se eu chorar, vai ser de saudade
Eu vou te ligar quando ela bater
Às 4 ou 5 da manhã
Falar que eu sou seu fã
Só liguei pra dizer

Que a gente se encaixa
É a tampa e a panela
É a chama e a vela
É a cama e o colchão
E que o mal de quem ama é saudade
Você é a metade do meu coração
E que eu sou o amor da sua vida
Eu sou água doce pra você beber
E que eu quero ouvir da sua boca
Que você é louca por mim,

Que a gente se encaixa
É a tampa e a panela
É a chama e a vela
É a cama e o colchão
E que o mal de quem ama é saudade
Você é a metade do meu coração
E que eu sou o amor da sua vida
Eu sou água doce pra você beber
E que eu quero ouvir da sua boca
Que você é louca por mim,
Como eu sou por você.

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Domingo, 26 de Agosto de 2012 - Mensagem do Dia

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Sexta - feira, 24 de Agosto de 2012 - Mensagem do Dia

A maior descoberta

Descobri que ainda sou capaz de amar,
Ainda é possível sonhar...
Descobri que ainda posso voltar a ser criança,
Ainda é possível um sonho realizar...
Descobri o sabor de tua boca,
Ainda é possível te querer mais?
Descobri que ainda existe esperança,
Ainda é possível muito te amar...
Descobri que não te esquecerei jamais,
Ainda é possível a você me entregar...
Descobri o teu olhar,
Ainda é possível te sentir...
Descobri que todos meus sonhos estão contigo,
Ainda é possível tudo realizar...
Descobri meus desejos, em seus desejos,
Ainda muito quero te amar...
Descobri que te amo menos que amanhã,
Ainda que hoje te amo mais que ontem...
Descoberta maior será saber que,
Ainda quando o amanhã chegar... 
Estarei a te amar ... Muito ma
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Quarta - feira, 22 de Agosto de 2012 - Música do Dia



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Quarta - feira, 22 de Agosto de 2012 - Frase do Dia

"Quando Deus fez o mundo, espalhou por ele pessoas maravilhosas, e deu para cada um a missão de encontra-las". 

Cumpri a minha, te encontrei!

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Terça - feira, 21 de Agosto de 2012 - Música do Dia

Cesar Menotti e Fabiano - Esperando na Janela





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Segunda - feira, 20 de Agosto de 2012 

Ausências, quando são promessas de novos encontros, servem para fortalecer os laços do mútuo afeto.

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Segunda - feira, 20 de Agosto de 2012

Sentidos - Manoel Fernandes

A casa dos meus avós tinha um cheiro de jasmim. Esta lembrança é tão marcante que, onde quer que eu esteja, o cheiro dessa flor me enche de imagens familiares. Vejo a cozinha da casa com seu forno a lenha, a grande sala de várias portas, os quartos à meia parede, o corredor largo que dá acesso a muitos lugares, a portinhola da entrada como duas grandes asas, os jasmineiros no jardim cercado pelo muro baixo e o pequeno portão de ferro que abre para a praça de uma infância repleta de janeiros maravilhosos.

E por falar em praças sempre gostei mais daquelas que, repletas de gente, fazem os meus sentidos auditivos barulharem. Os duelos dos cantadores de viola, as orações dos evangélicos, os anúncios das vendedoras de miudezas, o homem da cobra, a militante de esquerda, a conversação animada dos transeuntes como se fossem pingos de água na grande onda sonora que faz a praça reverberar como um sino gigante.
 E o que dizer, por pensar no toque do sino, daquilo tudo que me toca o corpo e que o meu corpo toca? À superfície da pele, sentindo as águas do mar ou dos rios, massagear a argila para compor inúmeras formas, manipular tintas diversas com as mãos cheia de cor no papel monocromático, sentir o beijo quente do vento no rosto, andar com os pés nus sobre o chão coberto de folhas. Coisas assim que fazem a epiderme ler o universo nos dias em que deixo o interior da casa e caio no mundo e volto a brincar com minha prima matéria.

Matérias primas, primeiras e familiares, que encontro em um fantástico balé de cores de formas que a visão capta diferentemente de outras culturas. Pontes suspensas sob arames de fino aço, casas circulares da taipa e palha, telhados triangulares para que a neve escoe. Tempos diversos nas formas das coisas e nas tintas das épocas, vitrais multicolores , janelas articuladas, beirais. Coisas de ferro, gesso, concreto protendido, prédios imensos, o cario baixo. Isso tudo que baralha a visão e me faz viajar para às épocas mais remotas e imaginar o futuro, como se essa linguagem visual me detivesse diante dos objetos e me pusesse adiante deles.

Já das viagens o que costumo lembrar é do gosto da comidas e bebidas locais e a minha boca saliva diante dessas lembranças que provam o sabor de frutas endêmicas e dos pratos desconhecidos. Arroz com piqui, maniçoba, açai com farinha, feijão tropeiro, acarajé, pamonha, polenta, quentão, cachaça do brejo, vinho de cajú. E assim, em minha boca posso nomear o gosto dos lugares por sua brasa de pimenta ou a maciez de suas frutas carnudas.

Essas coisas todas que mexem com meus sentidos se misturam quando entro em contato com o mundo, estabelecem códigos de afetividade , desenham seus traços sensoriais dentro de mim. A isso tudo posso denominar de paisagem e repaginá-las para saber de mim sempre que preciso delas.

Manoel Fernandes (USP)
(Nande neto de Zé Odimar e Balbina)

Outros - Aqui encontra-se um pouco de tudo!

Domingo, 19 de Agosto de 2012 - Frase do dia

Dominar o tempo, fazendo com que seja fértil ou produtivo, é ter conquistado uma das chaves da evolução


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Sábado, 18 de agosto de 2012 - Frase do Dia

Oh! que formosa aparência tem a falsidade!

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Sexta - feira, 17 de Agosto de 2012 



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Segunda - feira, 13 de Agosto de 2012 - Frase do Dia

Um amigo falso e maldoso é mais temível que um animal selvagem; o animal pode ferir seu corpo, mas um falso amigo irá ferir sua alma.

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Domingo, 12 de Agosto - Dia dos Pais 

Parabéns a Todos os Pais

AOS PAIS, AOS FILHOS DOS PAIS E AOS NETOS DOS PAIS
Trate bem seu genitor
Que lhe deu vida e abrigo,
Aquele que pra você
É pai, educador e amigo

Mundim do Vale

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Sábado, 11 de Agosto de 2012 - Reflexão do Dia

A Gansa de Ovos de Ouro 

Certa manhã, um fazendeiro descobriu que sua gansa tinha posto um ovo de ouro. 
Apanhou o ovo, correu para casa, mostrou-o à mulher, dizendo:
- Veja! Estamos ricos!
Levou o ovo ao mercado e vendeu-o por um bom preço.
Na manhã seguinte, a gansa tinha posto outro ovo de ouro, que o fazendeiro vendeu a melhor preço.
E assim aconteceu durante muitos dias.
Mas, quanto mais rico ficava o fazendeiro, mais dinheiro queria.

E pensou:
"Se esta gansa põe ovos de ouro, dentro dela deve haver um tesouro!"
Matou a gansa e, por dentro, a gansa era igual a qualquer outra.

"Quem tudo quer tudo perde".

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Agosto de 2012 - Mensagem do Mês

Deixe a Raiva Secar....

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Júlia, sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar. Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã. Júlia, então, pediu para a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio. Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial. 

Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou: 
- Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo e ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão! Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mãe, com muito carinho ponderou: 
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo, todo branquinho, e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo. 

Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão. Logo depois alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.
- Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou. E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro. 

Nunca tome qualquer atitude com raiva. A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são. Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil

(Desconhecemos a autoria)

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Julho de 2012 - Mensagem do Mês


Um Abraço.....


Sentir o nosso coração ao mesmo tempo que o de alguém a quem damos um abraço faz-nos de tal maneira bem à saúde, traz-nos uma tal paz, que até existe uma forma de tratamento chamada Terapia do Abraço.

Um bom abraço ajuda-nos a sentir as muitas dimensões do amor: a facilidade para receber e dar, a sensibilidade para o sofrimento, a disponibilidade para a alegria de se divertir e a profundidade da ternura.

Abraçar alguém é como dizer-lhe: "Olha, aqui estou para o que quiseres, de coração aberto para ti". O que implica aceitar ser rejeitado. Mal interpretado. Correr esse risco.

No entanto, só se a atitude interior, o pano de fundo a partir do qual nos relacionamos com os outros, for de lhes estender os braços e de os tocar, poderemos descobrir o valor da partilha.

Não são só as pessoas solitárias, infelizes, inseguras, que precisam ser abraçadas. Abraçar bem dá-nos saúde. Mas não se trata de abraços sociais, de conveniência, em que duas pessoas se tocam apenas por fora – portanto não se tocam -, nem de abraços de dois amantes apaixonados que um ao outro se agarram.

São abraços que acontecem porque saem cá de dentro sem que os travemos. Como expressão de um amor incondicional que nos habita – e de que não temos medo, porque o olhamos como algo que verdadeiramente nos liberta.

A intimidade que um abraço sincero oferece é a da compreensão. Da atenção. Da solidariedade. Da amizade que existe para lá da exaltação dos sentidos, apenas por ter a consistência daquilo que brota do fundo de nós mesmos e que se mantém quer faça sol quer chova.

Abraços são uma espécie de foguetes capazes de fazer despertar moribundos ou fazer levantar da cama preguiçosos. Explosões de vida. Há quem goste de os dar para reafirmar um vínculo de amizade ou qualquer outro sentimento. E são uma das melhores festas gratuitas a que toda a gente tem acesso. São abraços do fundo do coração, frequentes entre duas pessoas que, por nada pedirem uma à outra, de cada vez que se encontram recebem sempre muito – e apenas por isso são levadas a celebrá-lo.

Quando um coração se abre para outro coração, há quase sempre uma qualquer maravilha que pode acontecer. Ou, quanto mais não seja, uma sensação de paz possível, neste mundo cheio de guerras em que vivemos.

Adaptado do texto "Venha daí um bom abraço!",
Mais e Melhor, Maria José Costa Félix


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Junho de 2012 - Mensagem do Mês

Reflexão

“Imagine a vida como um jogo, no qual você faz malabarismo com cinco bolas que são lançadas no ar”

... Essas bolas são: 
o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito.

O trabalho é a única bola de borracha.
Se cair, bate no chão e pula para cima.
Mas as quatro outras são de vidro.
Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.

“Entendam isso e assim conseguirão o equilíbrio na vida”.

Como?

Não diminua seu próprio valor comparando-se com outras pessoas.
Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.
Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante.
Só você tem condições de escolher o que é melhor para si próprio.
Dê valor e respeite as coisas mais queridas de seu coração.
Apegue-se a ela como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.
Não deixe que a vida escorra entre os dedos por viver no passado ou no futuro.
Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de suas vidas.
Não desista enquanto ainda é capaz de um esforço a mais.
Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.
Não tema admitir que não é perfeito.
Não tema enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.
Não exclua o amor de sua vida dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas. Corra atrás de seu amor, ainda dá tempo!
Não corra tanto pela vida a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai.
Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.
Não use imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se pode recuperar uma palavra dita, ou o tempo perdido.
A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.

Lembre-se: 
Ontem é história. Amanhã é mistério e HOJE é uma dádiva. Por isso se chama "presente".

Dyson(ex-presidente da Coca-Cola.)


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Maio de 2012 - Mensagem do Mês

A Lição de um Rato

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado.

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!
A galinha:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e:
- Há ratoeira na casa, ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca e:
- Há ratoeira na casa,
- O que ? Ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História:

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um, é problema de todos!

"Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos"

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Abril de 2012 - Mensagem do Mês

O LADRÃO E O CÃO DE GUARDA

Um ladrão veio à noite com o intuito de assaltar uma casa. Ele trazia consigo vários pedaços de carne, para que pudesse acalmar um bravo Cão de Guarda que vigiava o local. A carne serviria para distraí-lo, e assim não chamar a atenção do seu dono com latidos. 

Assim que o ladrão jogou os pedaços de carne aos pés do cão, este exclamou: 

Se você estava querendo calar minha boca, cometeu um grande erro. Tão inesperada gentileza , apenas serviram para me deixar ainda mais atento. Sei que por trás dessa cortesia sem motivo, você deve ter algum interesse oculto para beneficiar a si mesmo e prejudicar o meu dono. 

Moral da História: Gentilezas inesperadas é a principal característica de uma pessoa com más intenções.

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Março de 2012 - Mensagem do Mês



6 comentários:

  1. Boa tarde, minha Mãe Tereza Máximo deseja enviar para vc várias fotos para alimentar esse beleza de trabalho, por favor, nos diga como devemos fazer. "arrais2010@gmail.com".

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    1. Francisco

      Nosso contato é:
      memoriavarzealegrense@hotmail.com

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  2. Que beleza e riqueza de trabalho...Amei tudo que encontrei aqui. Vivi fortes e adoráveis emoções. Obrigado.
    Estou em www.josevaldir.com e em jose_valdir@hotmail.com

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  3. Parabéns realmente pelo trabalho bem elaborado e altamente profissional, demonstrando a autenticidade e o respeito pela memória de todos aqueles e de tudo aquilo que bem retrata o povo varzealegrense. Esse trabalho deve continuar, pois aqui é um cantinho, um refúgio para aqueles que, de fato, amam as coisas de nossa querida Várzea Alegre.

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  4. JULIA LEITE,CICERO LEITE BRITO e ANTONIO LEITE.Cearenses,cidade Varzea Alegre CE. SERA QUE CONSIGO ENCONTRAR ALGUEM DE UMA DESTAS PESSOAS? ELES TEM UMA IRMA QUE SUMIU E AINDA ESTA VIVA E NUNCA MAIS TEVE CONTATO COM A FAMILIA QUE SOUBER PODE ME ESCREVER :markoslp1811@gmail.com

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  5. Marcos o recado foi publicado no memoria, vamos aguardar

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