VÁRZEA ALEGRE TERRA DOS CONTRASTES - Mundim do Vale
Localizada no centro sul do estado do Ceará ficou conhecida no Brasil inteiro depois do musical Contrastes de Várzea Alegre, interpretado por Luiz Gonzaga e composto por Zé Clementino. Cidade que foi tema de um documentário da Rede Globo de Televisão, por ser uma cidade alegre, fazendo assim jus ao seu nome. Cidade que por brincadeira de um grupo de agricultores do sítio Roçado de Dentro, deu partida no samba, para ser hoje, com duas escolas, MIS e ESURD, detentora do melhor carnaval do interior cearense, atraindo turista do estado e do país. Cidade de um povo que transformas as adversidades em causos humorísticos. Cidade que Jesus foi intimado, que o padre era casado, que o sobrado é no oitão, que Telha Quebrada é filho de Zé Goteira e um cego da Boa Vista morreu afogado na Lagoa Seca. Cidade que aparece nos sonhos dos seus filhos que estão ausentes, mas não esquecem jamais. Várzea Alegre dos grandes adjuntos da colheita do arroz, animados pelo grupo de Maneiro Pau e a Banda Cabaçal. Várzea Alegre que quando os filhos que estão distantes se encontram dizem:
- Ou Várzea Alegre boa só é longe! Várzea Alegre que Manoel Cachacinha criou o slogan “Várzea Alegre é natureza! E para finalizar, Várzea alegre é a cidade que só nos deixa tristes quando estamos distantes.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

039 - Nossos Historias - Memoria varzealegrense


Antônio Fiuza de Morais.

A esposa de Valentim Rocha de Morais, do sitio Chico, todo ano cevava o capão e mandava para o padre Otávio no dia do seu aniversário. Certa feita, o encarregado de levar o presente foi o filho Antônio Fiuza de Morais, que montou num burro, pendurou o capão no cabeçote da cangalha e seguiu pra cidade.

Quando passava pelo Sanharol o capão bateu com as asas, e, com o movimento o burro se assombrou, derrubou Antônio, fez bunda de ema na direção do Chico, o capão fugiu e o portador ficou batendo a poeira todo cheio de arranhões por causa do baque no chão.

José André vendo aquela cena engraçada se aproximou e o Antônio falou: - Zé André, depois dessa, pela fé que eu tenho no Padre Cicero do Canindé e no São Francisco do Juazeiro, eu nunca mais me monto num capão com um burro pendurado no cabeçote da cangalha.

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